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7 de março de 2012

EXCURSÃO DO CLUBE DO REMO AO AMAPÁ EM 1951

REMO (BELÉM-PA)
5
AMAPÁ (MACAPÁ-AP)
2
DATA: 01 de abril de 1951
LOCAL: Macapá / AP


REMO (BELÉM-PA)
0
TREM (MACAPÁ-AP)
2
DATA: 03 de abril de 1951
LOCAL: Macapá / AP


REMO (BELÉM-PA)
4
MACAPÁ (MACAPÁ-AP)
1
DATA: 05 de abril de 1951
LOCAL: Macapá / AP

Fonte: Jornal do Brasil / RJ

16 de dezembro de 2011

FORMAÇÕES BÁSICAS DAS EQUIPES PARTICIPANTES DO CAMPEONATO AMAPAENSE DE 1973

AMAPÁ: Nivaldo, Teotônio (Mira), Porti (Janela), Zé Elson (Palito) (Serra) e Jacaré (Barraca); Orlandinho e Maneco; Coutinho, Orivaldo (Chaves), Norberto e Beneford (Barata) (Maranhão).
GUARANI: Menezes (Brasil), Castelo (Roberto), Assis, Custódio (Albano) e Raul; Carlinhos (Janota) e Carlos Alberto; Sabá (Sandim), Mamão, Rival (Otávio) e Almeida (Haroldo).
INDEPENDENTE: Carlos (Paulão), Julinho (Vanderlei), Otávio, João Silveira e Suzico; Zeca e Melado (Ribamar); Totó, Sassuca (Damião), Carlito (Zequinha) (Zé Airton) e Beto (Josias).
IPIRANGA: Arnaldo (Emanuel), Eduardo, Temacino (Bandeirante), Merendinha e Heitor; Mata (Ademir França) e Evandro (Damasceno); Leoremir, Carlos (Juraci), Bill (Dilermando) e Bolinha (Assis).
MACAPÁ: Zequinha (Conceição), Biló (Paulo Rodolfo) (Jonas), Zé Maria (Papagaio) (Nariz), Orlando Cardoso e Aluísio; Lelé (Roque) e Haroldo Santos (Zé Wilson); Olivar, Marco Antônio (Lelé), Guará (Bira) (Guibilino) e Barrado (Ari).
SANTANA: Bigu, Chiquinho (Mauro), Germano (Praxedes), Jorge Mareco e Nego; Café (Perereca) e Catolé; Doca (Evaldo), Sacaca, Trevizzani (Santana) e Grilo (Canhoto).
SÃO JOSÉ: Álvaro (Zé Carlos), Simões, Antoninho (Haroldo Pena), Renica e Orlando (Lauro); Torres e Piracá (Zezinho); Cabecinha, Campos, Deoli (Orlando Tito) e Moacir (Juci) (Haroldo Pinto).
TREM: Pilão, Zé Marques, Irandir (Edmilson), Ubaldo (Evandro) e Clodoaldo (Zeca); Heraldo e Maranhão; Pinho (Tisiu), Jorge Tavares, Canhoto (Magro) e David.
TREZE DE SETEMBRO: Dico, Praça, Titica (Alemão), Agenor (Totó) e Aracildo; Miguel e Jessé (Tiago); Cubano, Antônio, Guará e Changa (Paulo Borges).

Fonte: Placar.

PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 8ª PARTE

Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

PRINCIPAIS CLUBES

 

O alvinegro Amapá Clube é a equipe mais antiga do estado, tendo sido fundada em 23 de fevereiro de 1944. Foram fundadores do Amapá: Eloy Nunes Monteiro, Francisco Serrano, Pauxy Gentil Nunes, Newton Cardoso, Jose Serafim Coelho, João Vieira de Assis, Glicério de Souza Marques, Raimundo Nonato Araújo Filho, Raimundo de Campos Monteiro e Zoilo Pereira Córdoba. O governador do Estado na época, Janary Gentil, participou da reunião de fundação do clube, mas não assinou a ata de fundação, pois tivera que ausentar-se antes do término da reunião.
A reunião ocorreu na residência situada em frente ao primeiro prédio da Prefeitura Municipal de Macapá
, hoje servindo à Secretaria Especial de Defesa Social. É o mais antigo clube de futebol do Amapá.
As primeiras partidas do Amapá ocorreram no campo da Praça da Matriz, atual espaço da Praça Veiga Cabral. Logo em seu primeiro ano de fundação, participou do Campeonato Amapaense
. Porém, seria campeão somente no ano seguinte, sobre o Macapá.
Imperava na fase do amadorismo. Bastou o futebol se tornar profissional para a sorte virar. O último título do clube foi em 1990. É o segundo clube com maior número de títulos estaduais, 10, atrás apenas do Macapá, todos conquistados na fase amadora. Disputou o campeonato amapaense pela última vez em 2008.
Em 1959
, disputou um torneio amistoso na cidade de Caiena, retornando à Macapá com o troféu da competição. Em três partidas realizadas na Guiana, o Amapá venceu duas e empatou uma.


O Trem Desportivo Clube foi fundado em 1º de janeiro de 1947 por Belarmino Paraense de Barros, Benedito Malcher, os irmãos Osmar e Arthur Marinho, Walter e José Banhos, entre outros.
Possui um invejável histórico no velho Copão da Amazônia. Foi pentacampeão de 1985 a 1989.
Com o profissionalismo, o Trem passou a enfrentar diversas dificuldades.


Afastado do campeonato amapaense de 1995 a 1998, retornou em 1999 e voltou a sair da competição nos anos de 2000 a 2002. Disputa normalmente essa competição a partir de 2003. Neste período, conquistou os títulos de 2007, 2010 e 2011.

Fundado em 18 de julho de 1944, com o nome de Panair Esporte Clube, o Esporte Clube Macapá é o que tem mais títulos estaduais (17). Foi o primeiro campeão do antigo Território e também o primeiro campeão profissional do Amapá, em 1991. Suas cores são a azul e a branca. Não disputou os campeonatos de 2010 e 2011.

O Ypiranga Clube foi fundado em 15 de maio de 1963, fruto do idealismo dos jovens integrantes da extinta e saudosa Juventude Oratoriana do Trem (JOT), movimento que pertencia à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. É a equipe que mais títulos venceu na era profissional (sete: 1992, 1994, 1997, 1999, 2002, 2003 e 2004) e a que mais participou de competições nacionais. Tem como cores oficiais a azul e a preta, por influência do Padre Vitório Galliani, as mesmas da Internazionale, de Milão, seu clube de coração na Itália.

A Sociedade Esportiva Recreativa São José foi fundada pelo Oficial de Justiça Messias do Espírito Santo, em 26 de agosto de 1946. Possui a segunda maior torcida do Estado e é considerado “o mais querido do futebol do Amapá”. Disputa com o Ypiranga o maior clássico do futebol profissional amapaense. Dono de cinco títulos estaduais, sendo quatro no profissionalismo (1993, 2005, 2006 e 2009).

O Clube Atlético Cristal foi fundado no dia 15 de novembro de 1969, tendo como principal motivador os membros da família Figueira (Raimundo, José Alberto e Manoel), moradores do bairro de Santa Rita e que precisavam de um clube para contrapor ao prestígio que o Oratório Recreativo Clube vinha consolidando no bairro.


Logo em seguida o clube pediu e obteve a sua filiação à Federação Amapaense de Desportos e, com isso, ganhou o direito de disputar as competições promovidas pela FAD. As cores vermelha e branca renderam ao clube o cognome de “alvirubro do Bairro de Santa Rita”. Somente em 1988 chegou à Primeira Divisão. Só venceu o campeonato de 2008.

Na noite do dia 19 de abril de 1955, por iniciativa de Milton de Souza Corrêa e um seleto grupo de amigos, nasceu o Guarany Atlético Clube. Inicialmente com a finalidade de dar oportunidade a um grupo de amigos praticar o futebol nos finais de semana, hoje, apesar de clube modesto, o Guarany participa de quase todas as modalidades esportivas da Federação. Foi campeão amapaense apenas uma vez, em 1977, ainda no amadorismo.


O Santana Esporte Clube foi fundado no dia 25 de setembro de 1955, por funcionários da Mineradora Caemi e viveu seu grande período na década de 60, quando ganhou sete títulos amadores. Porém, com o encerramento das atividades da empresa no Amapá, o Santana enfrentou uma grande em fase de decadência e passou um longo tempo licenciado. Retornou em 2009, ficando com o vice-campeonato neste ano e em 2010.

Tendo o Carcará como mascote, o Independente Esporte Clube é da cidade de Santana e foi fundado em 19 de janeiro de 1962. Seu uniforme tem camisa verde com gola branca, calção e meias verdes. Já conquistou cinco títulos de campeão amapaense, sendo dois (1995 e 2001) no profissionalismo. Devido a problemas de acessibilidade, o clube não disputou o estadual de 2004 a 2007, junto com outras equipes de fora da capital, Macapá. Voltou a disputar o certame amapaense em 2008.

FUNDAÇÃO DE OUTROS CLUBES

01.11.1955: AMÉRICA FUTEBOL CLUBE
08.08.1959: MANGANÊS ESPORTE CLUBE
15.08.1969: ORATÓRIO RECREATIVO CLUBE (azul e branca)
21.06.1971: UNIÃO ESPORTE CLUBE
08.09.1972: CLUBE ATLÉTICO LONDRINA (verde e branca)
11.05.1973: SANTOS FUTEBOL CLUBE (preta e branca)
13.05.1974: AVANTE ATLÉTICO CLUBE
12.06.1974: CLUBE ESPORTIVO AMAPAENSE
23.01.1979: MAZAGÃO ATLÉTICO CLUBE (azul e branca)
03.02.1988: SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (vermelha, preta e branca)
15.11.1995: CLUBE ATLÉTICO ALIANÇA (amarela e azul)

PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 7ª PARTE

Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

OS ARTILHEIROS

1991: Juca (Amapá), ???
1992: Miranda (Ypiranga), ???
1993: Miranda (São José), 15;
1994: Castor (Macapá), 10;
1995: Miranda (Independente), 10;
1996: Não disputado

1997: Demir (São José), 6;
1998: Delmir (Ypiranga), 5;
1999: Ademir (Aliança), 17;
2000: Naldinho (São Paulo), 5;
2001: Sandro (São Paulo), 8;
2002: Demir (Ypiranga), 9;
2003: Bugrão (São Paulo), 7;
2004: Carlos Walber (São José), 14;
2005: Ewerton (Trem), 7;
2006: Max (Cristal), 14;
2007: Demir (Trem), 12;
2008: Joabs (Mazagão) e Deco (Santos), 7.
2009: Ciel (Macapá), 9;
2010: Rosélio (São Paulo), Maxi Jari e Tocantins (Trem), 4;
2011: Jean Martiniano (Santos), 5.

PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 6ª PARTE

Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

MAIORES GOLEADAS NO PROFISSIONALISMO

No campeonato de 2004, aconteceu a maior goleada da história do campeonato amapaense profissional e uma das maiores do futebol brasileiro. No dia 28 de outubro de 2004, o São José atropelou o Santos, vencendo-o pelo elástico marcador de 17 x 2.

OUTRAS GOLEADAS:

27.09.1992: INDEPENDENTE 8 x 1 ORATÓRIO
14.03.2002: INDEPENDENTE 8 x 1 AMAPÁ
15.10.1992: TREM 7 x 0 ORATÓRIO
20.11.1994: TREM 7 x 1 CRISTAL
28.07.2005: YPIRANGA 7 x 2 MACAPÁ
28.06.1993: AMAPÁ 6 x 0 MACAPÁ
17.11.1994: MACAPÁ 6 x 0 TREM
30.03.2008: TREM 6 x 0 MACAPÁ
24.07.2011: SANTOS 6 x 0 CRISTAL
07.08.2011: YPIRANGA 6 x 0 CRISTAL
28.05.2007: TREM 6 x 1 SANTOS

PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 5ª PARTE


Obs.:
Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

RANKING DO CAMPEONATO AMAPAENSE

CRITÉRIOS

O ranking histórico usado aqui foi montado a partir de um critério bastante simples: em cada temporada, o campeão ganha 100 pontos, o vice leva 100/2, o terceiro colocado fica com 100/3 e assim sucessivamente, até o último colocado da competição.
O diferencial deste ranking em relação aos outros é o uso de uma fórmula simples para fazer a distribuição da pontuação, ou seja, 100/posição. Outros rankings, que distribuem os pontos de maneira mais arbitrária (por exemplo, 10, 9, 8, 7, 6 ..., como o da Placar) abrem muito espaço para questionamentos: porque o primeiro colocado tem essa pontuação? Porque a distribuição é linear? Porque só os 10 primeiros (e não os 8 ou os 15 ou todos os times) ganham pontos? Aqui, não há esse problema: a única escolha arbitrária foi a função 100/pos; o resto é tudo decorrência disso.
Outra vantagem deste ranking é que ele contempla todos os clubes que participaram do campeonato, não só os primeiros colocados. Isso permite medir muito melhor a importância histórica de cada clube. Além disso, ele funciona independentemente do número de clubes que disputaram o campeonato, não causando distorções mesmo que o número de participantes tenha variado muito entre uma edição e outra.
A fórmula privilegia fortemente o que realmente importa para a história: os títulos. Um clube precisa ficar 13 vezes em 13º lugar para ganhar a mesma pontuação do campeão de um torneio. Além disso, a diferença de pontos reflete a diferença de importância entre as posições. Por exemplo, a diferença de pontuação entre o campeão e o vice-campeão é de 50 pontos (afinal, é totalmente diferente, para a história, ser primeiro ou segundo colocado); já a diferença entre o 13º e o 14º é de só 0,55 pontos. Isso é uma grande mudança em relação ao popular ranking da revista Placar, no qual a diferença de pontos entre o 1º e o 2º é igual à do 10º para o 11º.
Por fim, uma explicação importante: por que o campeão ganha 100 pontos, e não 50, 1.000, 1 ou 3,14? A resposta: não importa! Qualquer que seja a pontuação atribuída ao campeão, a classificação do ranking não muda absolutamente nada – desde que mantida a relação X/posição. Ou seja, menos um fator de arbitrariedade para o ranking.
Eis como ficaria o Ranking do Campeonato Amapaense, de 1991 a 2011:

CF
CLUBE
PONTOS
YPIRANGA CLUBE
965,95
SOCIEDADE ESPORTIVA E RECREATIVA SÃO JOSÉ
708,33
TREM DESPORTIVO CLUBE
572,74
INDEPENDENTE ESPORTE CLUBE
495,40
CLUBE ATLÉTICO CRISTAL
464,68
AMAPÁ CLUBE
435,40
SANTOS FUTEBOL CLUBE
350,04
ESPORTE CLUBE MACAPÁ
300,28
SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE
222,62
10º
MAZAGÃO ATLÉTICO CLUBE
206,67
11º
CLUBE ATLÉTICO ALIANÇA
190,28
12º
ORATÓRIO RECREATIVO CLUBE
172,86
13º
SANTANA ESPORTE CLUBE
112,50
14º
CLUBE ATLÉTICO LONDRINA
32,50
15º
SOCIEDADE ESPORTIVA RUY BARBOSA
25,00

Obs.: o ranking do campeonato amapaense inclui apenas a fase profissional, a partir de 1991.

O AMAPÁ NO RANKING DA CBF

O ranking da CBF dá pontos pelas colocações obtidas nas séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro e também da Copa do Brasil.
Revisado e atualizado em 13 de dezembro de 2011, o ranking aponta o Amapá na 26ª e penúltima colocação entre os Estados, com 73 pontos, à frente apenas de Roraima, com 51.
As colocações dos clubes amapaenses nesse ranking é a seguinte:
166º: Ypiranga, 29 pontos;
221º: Macapá, 10;
233º: São José e Cristal, 8;
245º: Trem e Amapá, 6;
266º: Santos, 4;
302º: Independente, 2.

PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 4ª PARTE

Obs.:
Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

CURIOSIDADES

*** O Zerão, principal estádio do Amapá, tem este nome devido a sua localização. Ele está situado exatamente no mesmo local onde passa a linha imaginária do Equador, ou seja, o Marco Zero. Segundo alguns afirmam, metade do campo fica no hemisfério sul e a outra no hemisfério norte. O nome oficial do Estádio é Milton de Souza Corrêa e foi inaugurado em 17 de outubro de 1990.
A boa notícia é que em 11 de abril de 2011 foi realizada cerimônia oficializando a retomada das obras do Estádio Zerão. O investimento está orçado em R$ 10 milhões.
*** O segundo estádio mais importante do Amapá é o Municipal “Glicério de Souza Marques”, inaugurado no dia 15 de janeiro de 1950, uma homenagem ao desportista e presidente da Federação Amapaense de Futebol. O "Gigante da Favela" ou "Vovô da Cidade" proporcionou grandes clássicos esportivos e recebeu jogadores importantes no seu gramado.
*** Quando não existia futebol profissional no Amapá, os clubes participavam do Torneio de Integração da Amazônia ou Copão da Amazônia, juntamente com equipes do Acre, Rondônia e Roraima. O primeiro campeão foi um time amapaense, o Macapá, em julho de 1975, em Porto Velho (RO), vencendo seus três jogos: 1 x 0 Juventus (AC), 3 x 2 Baré (RR) e 3 x 0 Ferroviário (RO). Jogavam no Macapá, o lateral-direito Aldo (campeão brasileiro de 1984 pelo Fluminense) e o centro-avante Bira, que logo depois se transferiu para o Clube do Remo e também jogou no Internacional, de Porto Alegre.
De 1986 a 1989, o Trem Desportivo Clube conquistou o pentacampeonato do Copão da Amazônia.
*** Macapá e Ypiranga foram os dois primeiros representantes do Amapá no Campeonato Brasileiro. Nos meses de outubro e novembro de 1993, os dois rivais disputaram o Torneio Classificatório para a Série B de 1994, contra os paraenses Tuna Luso e Bragantino. Nenhum deles conseguiu classificação.
*** De 1991 a 2011, foram 20 edições do campeonato profissional do Amapá. Cristal e Ypiranga foram os clubes que mais o disputaram: 17 vezes.
*** Como já dissemos anteriormente, o campeonato de 1995 foi o que teve o menor número de participantes: 5 clubes. Este número foi registrado novamente em 2010.
*** A Sociedade Esportiva Ruy Barbosa, de Ferreira Gomes, participou apenas uma vez do campeonato amapaense, em 2000.
*** O campeonato de 2009 foi o que teve o maior número de participantes: 11.
*** Em média, 8 clubes participam do campeonato amapaense.
*** Apenas 15 clubes tomaram parte das 20 edições do campeonato amapaense.
*** Os clubes do Amapá só estrearam na quarta edição da Copa do Brasil, em 1992. No dia 14 de julho, o Amapá empatou em 0 x 0 com o Sport Recife. No jogo de volta, em Recife, perdeu por 3 x 0.
*** A primeira participação de um clube amapaense na Copa Norte, disputada de 1997 a 2002, coube ao Ypiranga. Fez parte do Grupo A, com todos os jogos em Belém (PA). Estreou no dia 23 de março de 1997, empatando em 0 x 0 com a Tuna Luso (PA). Ficou na terceira colocação, na frente de 4 de Julho (PI) e da Tuna Luso, e atrás de Remo (PA) e Imperatriz (MA). Foram três empates e uma derrota para o Remo.
Além do Ypiranga, participaram dessa competição: Aliança, Independente, Mazagão e São José.
*** Isso que é regularidade: o Santos, campeão em 2000, foi o último colocado em todos os campeonatos que disputou de 2003 a 2009 (esteve ausente em 2005).

PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 3ª PARTE


Obs.:
Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

OS CAMPEÕES

AMADOR

1944: PANAIR
1945: AMAPÁ
1946: MACAPÁ (antigo PANAIR)
1947: MACAPÁ
1948: MACAPÁ
1949: NÃO DISPUTADO
1950: AMAPÁ
1951: AMAPÁ
1952: TREM
1953: AMAPÁ
1954: MACAPÁ
1955: MACAPÁ
1956: MACAPÁ
1957: MACAPÁ
1958: MACAPÁ
1959: MACAPÁ
1960: SANTANA
1961: SANTANA
1962: SANTANA
1963: CEA
1964: JUVENTUS
1965: SANTANA
1966: JUVENTUS
1967: JUVENTUS
1968: SANTANA
1969: MACAPÁ
1970: SÃO JOSÉ
1971: SÃO JOSÉ
1972: SANTANA
1973: AMAPÁ
1974: MACAPÁ
1975: AMAPÁ
1976: YPIRANGA
1977: GUARANY
1978: MACAPÁ
1979: AMAPÁ
1980: MACAPÁ
1981: MACAPÁ
1982: INDEPENDENTE
1983: INDEPENDENTE
1984: TREM
1985: SANTANA
1986: MACAPÁ
1987: AMAPÁ
1988: AMAPÁ
1989: INDEPENDENTE
1990: AMAPÁ

PROFISSIONAL

1991: MACAPÁ
1992: YPIRANGA
1993: SÃO JOSÉ
1994: YPIRANGA
1995: INDEPENDENTE
1996: NÃO DISPUTADO
1997: YPIRANGA
1998: ALIANÇA
1999: YPIRANGA
2000: SANTOS
2001: INDEPENDENTE
2002: YPIRANGA
2003: YPIRANGA
2004: YPIRANGA
2005: SÃO JOSÉ
2006: SÃO JOSÉ
2007: TREM
2008: CRISTAL
2009: SÃO JOSÉ
2010: TREM
2011: TREM

OS DONOS DOS TÍTULOS

17: MACAPÁ
10: AMAPÁ
08: YPIRANGA
07: SANTANA
06: SÃO JOSÉ
05: INDEPENDENTE e TREM
03: JUVENTUS
01: ALIANÇA, CEA, CRISTAL, GUARANY e SANTOS.


PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 2ª PARTE


Obs.:
Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

O PRIMEIRO CAMPEONATO PROFISSIONAL

O campeonato inaugural da era profissional ocorreu em 1991. Oito equipes participaram da competição: Macapá, Amapá, Ypiranga, Independente, Londrina, Trem, Oratório e Cristal. Depois de realizados 60 jogos e marcados 107 gols, surgiu o primeiro campeão profissional, o Macapá.
Em 1992, Trem e Ypiranga decidiram o título. Foi preciso a realização de três jogos para se conhecer o campeão. No último jogo, o Ypiranga venceu por 3 x 0 e fez a festa. O torneio foi recheado de goleadas e apresentou a média de 2,8 gols por jogo. Nos 51 jogos foram marcados 144 gols. Foi técnico do Ypiranga o folclórico Dario, o Dadá Maravilha.
Depois de passar dez anos desativada, a Sociedade Esportiva e Recreativa São José voltou ao futebol e chegou brilhantemente ao título estadual em 1993. A conquista premiou o time que mais lutou para ficar com a honra máxima do futebol local. Na final, o tricolor fez 2 x 1 no tradicional Amapá e levou a taça para sua galeria. Nas 51 partidas disputadas foram assinalados 113 gols.
A grande ausência no campeonato de 1994 foi o Amapá Clube, vice-campeão do ano anterior. Com isso, as três principais forças em ação, Ypiranga, Macapá e São José, brigaram entre si pelo título. O Trem ficou como franco atirador. O Londrina, ausente em 1992 e 1993, voltou a participar do estadual.
Depois de dois turnos e um quadrangular decisivo bastante disputado, o Ypiranga chegou um ponto na frente do São José e obteve seu segundo título profissional. Foram marcados 117 gols nos 48 jogos do campeonato.
No menor campeonato já disputado até então, em 1995 (apenas cinco clubes participaram), foi a vez do Independente conquistar seu primeiro título profissional.
Não foi disputado o campeonato no ano de 1996.
O Ypiranga, que não havia disputado o campeonato de 1995, retornou em 1997 e sagrou-se campeão deste ano.
O Aliança fez sua estréia no campeonato amapaense de 1998 e foi de forma brilhante, conquistando o título de campeão. No triangular final, empatou com o Amapá (1 x 1) e venceu o Ypiranga (2 x 0).
O Ypiranga conquistou seu quarto título de campeão amapaense profissional em 1999.
No ano seguinte, 2000, foi a vez do Santos ficar com o título de campeão amapaense. Foi a primeira vez que o clube alvinegro sagrou-se campeão.
Em 2001, o Independente ficou com o primeiro lugar do campeonato, decidindo contra o São José. Após dois empates (0 x 0 e 1 x 1), assinalou o placar de 1 x 0 na prorrogação do segundo jogo e ganhou o campeonato.
De 2002 a 2004, o Ypiranga dominou amplamente o campeonato, sagrando-se tricampeão amapaense.
Em 2002, com direito a uma goleada na final sobre o Independente, por 5 x 2, a maior até agora registrada nessa fase do campeonato.
O melhor veio em 2003. O Ypiranga alcançou um êxito ainda maior: foi a primeira e única vez que um clube conquistou o campeonato de forma invicta: Foram 13 jogos, com 7 vitórias e 6 empates. Marcou 21 gols e sofreu 9.
O Ypiranga quase repetiu o feito em 2004, quando conquistou o campeonato com apenas uma derrota em 11 jogos. Chegou ao seu oitavo título de campeão amapaense.
Nos anos de 2005 e 2006 foi a vez do São José mandar no futebol do Amapá, chegando ao bicampeonato.
Em 2006, na final, contra o Amapá, após dois empates (0 x 0 e 1 x 1), o título foi decidido na cobrança de pênaltis. Resultado final a favor do São José: 11 x 10.
Contando com os gols do artilheiro Demir (11 dos 23 marcados pelo time), em 2007, depois de 22 anos, o Trem voltou a conquistar um título de campeão amapaense, o primeiro na era profissional.
O primeiro título de campeão do Cristal aconteceu em 2008. Contando com a melhor defesa (com 8 gols sofridos), eliminou o favorito Trem nas semifinais (1 x 0) e ganhou o título na cobrança de pênaltis, após empate de 0 x 0 com o São José na final.
Em 2009, o São José chegou ao seu sexto título de campeão.
Nos anos de 2010 e 2011, o Trem sagrou-se bicampeão amapaense, aumentando para cinco o seu número de títulos estaduais.

PEQUENO HISTÓRICO DO FUTEBOL NO AMAPÁ – 1ª PARTE


Obs.:
Uma grande parte dessa matéria foi publicada no Jornal do Futebol (editado por oito anos), de autoria de José Ricardo Caldas e Almeida, utilizando como fontes arquivos de Júlio Bovi Diogo, Adalberto Jorge Klüser, Edgar Augusto Lobo da Silva, Sérgio Madeira (in memorian), Ginaldo Chiquito, revista Placar e Almanaque Abril. Resolvi atualizá-la até 2011, acrescentando mais alguns dados e divulgá-la aqui no blog em partes.

HISTÓRIA DO AMAPÁ

A região onde se localiza o Amapá foi concedida a Portugal pelo Tratado de Tordesilhas. Mais tarde, os portugueses doaram para Bento Manoel Parente com o nome de Capitania da Costa do Cabo Norte (14 de junho de 1637). Várias nações disputaram esse território, principalmente a França, por sua vizinhança com a Guiana Francesa.
Com o agravamento do impasse com os franceses, a questão foi levada à Comissão de Arbitramento, em Genebra (Suíça), a qual decidiu que a região pertencia ao Brasil.
A princípio, o Amapá permaneceu integrado ao atual Estado do Pará, mas em 1943 foi desmembrado e transformado em Território Federal. Dois anos depois, a descoberta das riquíssimas jazidas de manganês na Serra do Navio revolucionou a sua economia, que hoje se baseia na exploração desse minério.
O Amapá possui mais de 669 mil habitantes (IBGE 2010) e os principais municípios são: Macapá (capital), com 398.204 e Santana (101.262).

O FUTEBOL NO AMAPÁ

Embora praticado de maneira rústica nas primeiras décadas do século, o futebol ganhou maior número de adeptos no Amapá a partir dos anos 40, quando surgiram os primeiros clubes organizados e a Federação Amapaense de Futebol (fundada em 26 de junho de 1945).
A agremiação mais antiga em atividade é o Amapá Clube, fundado em 29 de fevereiro de 1944. Outros times que surgiram nesse período foram o Macapá, em 1944; São José, em 1946; e o Trem, em 1947.
O primeiro campeonato foi disputado em 1944, e foi vencido pelo Panair E. C. (que depois se transformaria em Macapá). Até 1951 as conquistas ficaram divididas entre Macapá e Amapá. Somente em 1952, o Trem conseguiu quebrar a seqüência dos “pioneiros”. Entre 1954 e 1959, o Macapá obteve um hexacampeonato, marca inédita no Estado.
Na fase do amadorismo, de 1944 a 1990, foram disputados 46 campeonatos. O Macapá, com 16 títulos, o Amapá, com 10 e o Santana com 7 são os “papões” do Estado.


11 de dezembro de 2011

A INAUGURAÇÃO DO ESTÁDIO GLICÉRIO MARQUES

No ano de 1950 aconteceu, em Macapá, a inauguração do Estádio Municipal “Glicério de Souza Marques”.
O Estádio Municipal Glicério Marques foi inaugurado no dia 15 de janeiro de 1950, uma homenagem ao desportista e presidente da Federação Amapaense de Futebol, Glicério de Souza Marques.


O "Gigante da Favela" ou "Vovô da Cidade" proporcionou grandes clássicos esportivos e recebeu jogadores importantes no seu gramado.

De propriedade da Prefeitura Municipal de Macapá, o estádio foi construído em tempo recorde, após a confirmação do Amapá no Campeonato Brasileiro de Seleções desse ano. Antes desta data as partidas ocorriam na Praça da Matriz, o que inviabilizava a realização de amistosos com times de outros Estados, pois estes se negavam a jogar em campos sem as medidas oficiais e sem um estádio cercado.

Inicialmente chamado de Estádio Municipal de Macapá, o estádio ganhou este nome em homenagem ao primeiro presidente da Federação de Desportos do Amapá, Glicério de Souza Marques. Além de tenente do Exército Brasileiro, ele era professor, desportista e chefe escoteiro. A primeira partida foi disputada, logo após a inauguração, entre as seleções do Pará e do Amapá.

O primeiro gol foi marcado aos 30 minutos do segundo tempo pelo jogador paraense Norman. A partida foi muito disputada e a seleção amapaense se apresentou muito bem. No entanto, a seleção do Pará ganhou por 1 x 0.

Construído com uma capacidade inicial entre 2.000 e 2.500 pagantes, o estádio sofreu sucessivas reformas, com a construção de novas arquibancadas, aumentando a capacidade para aproximadamente 3.500 pessoas sentadas.

A ficha técnica do jogo de inauguração foi esta:
AMAPÁ 0 x 1 PARÁ
DATA: 15 de janeiro de 1950
LOCAL: Estádio Municipal de Macapá (AP)
ÁRBITRO: Alberto da Gama Malcher (PA)
RENDA: Cr$ 31.770,00
GOL: Norman, 75
AMAPÁ: Lavareda, 75 e Suzete; Cabral, Roxinho e Raimundinho; Luís, Dedeco, Alves, Adãozinho e Boró. Treinador: Delbanor Dias.
PARÁ: Dodó, Bereco e Sidoca; Sabá, Nonato e Biroba; Juvenil, China, Hélio, Teixeirinha e Norman. Treinador: Nagib Coelho Matni.

Fonte: Arquivo do autor / Fonte não identificada.

5 de dezembro de 2011

FUNDAÇÃO DE CLUBES DO AMAPÁ

Amapá Clube: alvinegro da Presidente Vargas

Relacionamos a data de fundação e outras informações de clubes extintos e alguns em atividade do futebol amapaense.

Amapá Clube
Fundação: 23/fevereiro/1944
Localidade: Avenida Presidente Vargas - Central
Cidade: macapá

América Futebol Clube
Fundação: 1º/janeiro/1955
Localidade: Rua General Rondon - Laguinho
Cidade: Macapá

Associação Treze de Setembro Esporte Clube
Fundação: 15/agosto/1966
Localidade: Avenida 1º de Maio - Trem
Cidade: Macapá

Avante Atlético Clube
Fundação: 13/maio/1974
Localidade: Rua Rio de Janeiro - Santa Rita
Cidade: Macapá

Clube Atlético Amapaense
Fundação: 12/junho/1974
Localidade: Avenida Clodovio Coelho - Burutizal
Cidade: Macapá

Cruzeiro Esporte Clube
Fundação: 15/novembro/1967
Localidade: Avenida Feliciano Coelho - Trem
Cidade: Macapá

Esporte Clube Macapá
Fundação: 18/junho/1944
Localidade: Avenida FAB - Central
Cidade: Macapá

Independente Esporte Clube
Fundação: 19/janeiro/1962
Localidade: Vila Doutor Maia - Porto de Santana
Cidade: Macapá

Lagoa Esporte Clube
Fundação: 24/maio/1971
Localidade: Serra do Navio - Icomi
Cidade: Macapá
- Existem fontes afirmando datas de fundação divergentes: 24/junho/1971 e 24/abril/1972

Nacional Esporte Clube
Fundação: 9/setembro/1962
Localidade: Major Eliezer Levy - Central
Cidade: Macapá

União Esporte Clube
Fundação: 21/junho/1971
Localidade: Avenina Anhanguera - Beirol
Cidade: Macapá

Foto do Amapá Clube: acervo Alcinéa Cavalcante
Fontes: catálogo de Entidades Desportivas do CND